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Termina hoje reunião que define taxa básica de juros para os próximos 45 dias

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O BC (Banco Central) decide nesta quarta-feira (21) o futuro da taxa básica de juros do País, a chamada Selic. O parecer, que deve ser divulgado após o fechamento do mercado, vale por um período de 45 dias, quando será realizado um novo debate.

No último encontro do grupo, realizado no início do mês de setembro, foi decidido manter a taxa inalterada em 14,25%. Foi a primeira manutenção da taxa após sete altas seguidas, que fizeram a Selic saltar 3,25 ponto percentual em menos de um ano e atingir o maior nível em nove anos.

Economistas ouvidos semanalmente pelo BC avaliaram ao longo da última semana que a reunião de dois dias deve resultar mais uma vez na manutenção da Selic em 14,25% ao ano e encerrar 2015 neste mesmo patamar. Para o final do ano que vem, é esperado que a taxa salte mais 0,5 ponto percentual.

A expectativa do mercado é a mesma divulgada pela Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). No entanto, a associação afirma que uma possível alta da Selic causará um impacto pequeno dentro da atual situação econômica nacional.

— Caso o Banco Central resolva elevar a Selic, haverá pouco impacto nas taxas de juros das operações de crédito. Entretanto, considerando todas as elevações ocorridas desde março de 2013, quando o Banco Central começou a elevar a taxa básica de juros, as mesmas já causam grande impacto nas taxas de juros das operações de crédito.

Em 21 anos, R$ 100 poupados viram R$ 967. Já dívida de R$ 100 vira R$ 500 bilhões!

Caso as expectativas sejam confirmadas e a Selic continue no patamar atual, a sinalização é que as elevações anteriores foram suficientes para provocar os efeitos esperados na economia.

Neste primeiro dia das reuniões do Copom, os chefes de departamento apresentam dados sobre a inflação, o nível de atividade econômica, as finanças públicas, a economia internacional, o câmbio, as reservas internacionais, o mercado monetário, entre outros assuntos.

Amanhã, participam da reunião os diretores e o presidente do BC. O chefe do Departamento de Estudos e Pesquisas também participa, mas sem direito a voto. Após análise da perspectiva para a inflação e das alternativas para definir a Selic, os diretores e o presidente definem a taxa.

Com a taxa definida, o BC divulga a ata da reunião na quinta-feira da semana que vem (29), com as explicações sobre a decisão.

Taxa básica

A Selic é conhecida como taxa básica porque é a mais baixa da economia e funciona como forma de piso para os demais juros cobrados no mercado. A taxa é usada nos empréstimos entre bancos e nas aplicações que as instituições financeiras fazem em títulos públicos federais.

Em linhas gerais, a Selic é a taxa que os bancos pagam para pegar dinheiro no mercado e repassá-lo para empresas ou consumidores em forma de empréstimos ou financiamentos. Por esse motivo, os juros que os bancos cobram dos consumidores são sempre superiores à Selic.

A taxa também serve como o principal instrumento do BC para manter a inflação sob controle, próxima da meta estabelecida pelo governo, de 4,5%. O controle acontece porque os juros mais altos fazem o crédito ficar mais caro, reduzem a disposição para consumir e estimulam novas alternativas de investimento.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo.

A Selic só influencia o rendimento da poupança quando é igual ou inferior a 8,5% ao ano. Ou seja, com a taxa a 14,25%, vale mais a pena buscar alternativas mais atrativas de investimento.

Fonte: R7 - 21/10/2015

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