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maisObrigações Tributárias do Dia

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  • COFINS/PIS-PASEP | Retenção na Fonte – Autopeças.
  • IRPJ/CSL | Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro | Apuração mensal.
  • IRPJ | Imposto de Renda Pessoa Jurídica | Renda variável.
  • IRPJ/Simples Nacional | Ganho de Capital na alienação de Ativos.
  • IRPF | Imposto de Renda Pessoa Física.
  • REFIS/PAES | Programa de Recuperação Fiscal.
  • REFIS | Programa de Recuperação Fiscal.
  • Previdência Social (INSS) | Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro | Profut || Parcelamento de débitos junto à RFB e à PGFN.
  • Previdência Social (INSS) | Programa de Recuperação Previdenciária dos Empregadores Domésticos - Redom (Parcelamento de débitos em nome do empregado e do empregador domésticos junto à PGFN e à RFB).
  • DOI | Declaração de Operações Imobiliárias.
  • DME | Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em Espécie.
  • IRPF - Imposto de Renda sobre a Pessoa Física.
  • IRRF - Fundos de Investimento Imobiliário.
  • e-Financeira.
  • Decred | Declaração de Operações com Cartões de Crédito.
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Com um cenário macroeconômico ainda desafiador com relação ao quadro fiscal, apesar das expectativas mais otimistas, a equipe de análise do Bradesco BBI prefere indicar uma exposição ao Tesouro Direto que proteja o investidor no curto prazo, mostra um relatório enviado a clientes.

“A volatilidade dos títulos públicos neste ano está atrelada essencialmente ao cenário fiscal (reforma da Previdência), principalmente com relação aos títulos prefixados”, argumenta o documento.

Além disso, no exterior, a possível desaceleração da economia global, bem como a expectativa com relação a tendência dos juros dos EUA continuam sendo os principais fatores impactando os vencimentos mais longos.

“Neste contexto, para o portfólio deste mês (próximos 30 dias), dada a esperada maior volatilidade ao longo do ano, continuamos mantendo uma carteira mais conservadora”, indica.

O Bradesco sugere a exposição de 75% da carteira em títulos indexados à inflação com vencimento em 2024. É o mais curto disponível para compra.

A ideia é dar proteção na inflação no médio prazo, além de obter um juro real atrativo.

O restante (25%) pode ser aplicado em Tesouro Selic.

“Reiteramos que a nossa sugestão é manter o título até o vencimento, sendo que se não for essa a estratégia de investimento, a alocação somente em Tesouro Selic deve ser analisada”, conclui.

Fonte: moneytimes | 20/02/2019

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