Associação Profissional dos Contabilistas de Lins

Consultor dá dicas para traçar estratégias na Black Friday

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Anote aí: 23 de novembro é o dia em que você pode faturar com as promoções da Black Friday. Já pensou nisso? O PEGN foi buscar dicas com um especialista.

A palavra-chave é se planejar e se organizar. Em primeiro lugar, trace uma estratégia – o que entra em promoção? Todo o estoque ou apenas uma parte?

Segundo o consultor Haroldo Matsumoto, é possível utilizar a linha que não teve tanto sucesso para poder vender agora e fazer caixa para comprar uma nova coleção e atualizar a loja.

Depois é importante decidir o intervalo de tempo: Black Friday ou Black Week? Um dia ou uma semana de descontos?

“O bacana é entender qual é o modelo de negócio. Às vezes não tem recurso para subsidiar. Nesse caso é melhor um dia só”, explica Matsumoto.
O desconto precisa ser real. Haroldo diz que um dos pontos importantes nessa produção é que ela não visa o lucro. É para impulsionar o comércio e a loja.

A maior parte das vendas da Black Friday acontece no ambiente online. É por isso que os donos de lojas físicas podem e devem aproveitar essa data para alavancar as vendas e aumentar o faturamento.

Para ganhar o cliente, capriche na divulgação. “Pode trabalhar a parte de adesivação, para chamar a atenção de quem estiver passando na rua, pode usar pontos de luz para poder trabalhar o foco dos produtos em promoção”, conta Matsumoto. É fácil encontrar adesivos para a vitrine já prontos na internet.

Um dos problemas mais comuns em Black Fridays passadas é a propaganda enganosa. Haroldo explica que é preciso ter cuidado com o que foi anunciado na vitrine ou no ponto de venda. Assim que o produto acabar, tem que remover toda a propaganda e divulgação. Se o cliente chegar, pedir e a loja não tiver, vai ser um grande problema.

Há tempos que os micro e pequenos empresários estão de olho nesse dia de promoções. Basta comparar o faturamento do primeiro ano da Black Friday aqui no Brasil com o do ano passado. Em 2010, foram R$ 100 milhões e sete anos depois, o faturamento saltou para R$ 2.1 bilhões, um aumento de 2.100%.

Apesar disso, ainda há problemas e boa parte nas vendas online. Entre as reclamações mais comuns, a propaganda enganosa está na frente, com 13,5%. Depois vêm problemas na finalização da compra, com quase 10%. E o terceiro, divergência de valores, com quase 9%.

O que o empresário pode fazer para reduzir essas reclamações nas vendas em e-commerces? Uma das ações é fazer com que o consumidor tenha uma boa experiência de compra.

“A gente não pode, por exemplo, baixar o preço de um e aumentar o preço de outro. O cliente vai acabar percebendo e vai gerar uma certa desconfiança, ele vai acabar não comprando e tendo uma experiência ruim. Vai até falar mal da loja por aí”, explica o consultor Felipe Rodrigues.
Para evitar esse tipo de problema, o melhor é se organizar com antecedência e planejar em quais produtos você pode e quer dar descontos. Felipe conta que esse custo deve ser encarado como um investimento de marketing.

Vale lembrar que a Black Friday é um momento para conquistar e fidelizar o cliente. É preciso se preocupar com o bom atendimento mesmo com o aumento da demanda, ver como o site da empresa vai se comportar com mais visitar que o normal.

“Tem lojas que chegam a faturar no dia o que faturam no mês inteiro, então tem que estar preparado para atendimento, para logística, para todo um conjunto de coisas que vai fazer com que o cliente saia satisfeito com essa experiência de compra”, explica Felipe.

Fonte: g1.globo | 29/10/2018

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