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Facebook detalha medidas tomadas contra fake news nas eleições brasileiras

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As eleições brasileiras de 2018 chegarão ao fim no próximo domingo (28) e estão marcadas como as primeiras após a revelação do escândalo da Cambridge Analytica. Desde então, paira sobre todos o temor de que situações semelhantes às identificadas nos Estados Unidos e no Reino Unido em 2016 pudessem se repetir e interferir no resultado das eleições.

Diante dessa possibilidade, o Facebook garantiu ter intensificado o combate às notícias falsas, as fake news, e a outros conteúdos enganosos circulando na plataforma. Em postagem no seu site oficial, a rede social detalhou diversas ações já tomadas para tentar amenizar a interferência de tais conteúdos no pleito que se finaliza nesta semana.

O Facebook alega ter removido perfis impostores de candidatos e usado inteligência artificial e revisão humana para identificar e remover 280 páginas, 229 perfis e 74 grupos que violavam as políticas de autenticidade e spam da empresa.

Entre as prejudicadas com tais remoções estão a Follow, empresa brasileira de marketing que recrutava e pagava pessoas para distribuir conteúdo de cunho político simulando ser um alcance orgânico, e a RFA, maior grupo pró-Bolsonaro da rede social que teve 68 páginas e 43 contas suspensas nesta semana por violarem as diretrizes de spam e autenticidade do Facebook.

Parcerias
Outros destaques dados pela empresa de Mark Zuckerberg incluem parceria com iniciativas como Agência Lupa, Aos Fatos e Agence France-Press (AFP) para verificação de fatos. Isso teria ajudado “a reduzir a distribuição no Brasil de textos, fotos e vídeos” identificados como falsos.

Por fim, o Facebook destaca o seu apoio financeiro em projetos como o programa de verificação de fatos Comprova, que reúne 24 organizações de mídia que no Brasil, e programas de educação midiática como Vaza, Falsiane!, Fátima e Lupe a fim de ajudar leitores a identificarem fontes confiáveis de informação.

Fonte: Olhar Digital | 24/10/2018

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