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8 dicas para investir em títulos públicos

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Tesouro é a nova poupança. Tesouro Direto é um programa de investimentos do governo federal que é conservador, seguro, simples e que rende bem mais que a poupança. Investir em títulos públicos é um processo bem fácil, mas que, com algumas dicas, pode ser mais vantajoso ainda!

Como eu acabei de te contar, o Tesouro Direto é um PROGRAMA de investimentos e não um PRODUTO. O Tesouro Nacional criou esse programa em 2002 para vender títulos para pessoas físicas pela internet e com o objetivo de democratizar os investimentos no país e também captar recursos para o próprio governo.

No post de hoje, vou te contar 8 dicas imperdíveis para você investir em títulos públicos do Tesouro Direto sem ter dor de cabeça. Spoiler: tem até dica de investimento por objetivo! Dá uma olhadinha no infográfico e corre para ler o texto:

1. Entenda a segurança do Tesouro Direto
Bomba: os títulos do Tesouro NÃO são garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC)!!! Mas ele é considerado, pela maioria dos especialistas, como o investimento MAIS SEGURO DO BRASIL. Você deve estar pensando “Como assim?”. Na realidade, a lógica é bem simples.

O governo federal é instância máxima da organização política e econômica no Brasil, sendo assim, o Tesouro Nacional também é. Se o governo “quebrar”, isso significa que todas as outras instituições financeiras já quebraram antes (bancos, corretoras, financeiras e até o FGC). Resumindo: os títulos públicos são garantidos pelo próprio Tesouro Nacional e, por isso, são os investimentos menos arriscados do país.

2. Tenha conta aberta em uma corretora
Já tem uma conta em uma corretora de valores? Ainda não? Então estou aqui para te dizer que você vai ter que abrir uma para conseguir investir em títulos públicos. Isso acontece porque o Tesouro Nacional é apenas o emissor desses títulos. Para fazer a sua distribuição, é necessário o serviço das corretoras (XP, Easynvest, Rico, Socopa, Guide, ModalMais e etc).

Abrir conta em uma corretora é um processo 100% online e gratuito. Para operar em títulos do Tesouro Direto, a corretora precisa estar na lista das instituições financeira habilitadas pelo Tesouro Nacional. Vale lembrar que a maioria dessas empresas não cobra nenhuma taxa para você aplicar neste tipo de título, então fique esperto para não pagar taxas à toa!

3. Tome cuidado com a liquidez
A liquidez dos títulos do Tesouro Direto é diária, ou seja, você pode resgatar seu dinheiro a qualquer momento. Essa é uma característica muito positiva para quem quer investir em títulos públicos! Mas é preciso ficar muito atento! Existe uma “pegadinha” na liquidez em que você pode acabar perdendo dinheiro.

Os valores de compra e venda dos títulos (e suas rentabilidades) são atualizados diariamente. Ao comprar algum título, o investidor sabe quanto vai receber na data de vencimento estipulada. Se você resolver resgatar seu dinheiro antes do prazo, vai receber o correspondente daquele dia. Ou seja, se o valor de venda for menor do que o valor que estava definido no início, você perde dinheiro. Por isso, é muito importante tomar cuidado com a liquidez “diária” e não sair resgatando o seu dinheiro a qualquer momento.Conheça os títulos disponíveis

Quando você ouve alguém falando “Vou investir no Tesouro Direto”, é apenas uma maneira coloquial de dizer, já que você precisa escolher em qual título você vai aplicar. Conhecer as características das 5 opções disponíveis é um passo muito importante na hora de investir em títulos públicos:

Tesouro IPCA: é indexado ao IPCA (indicador oficial da inflação no Brasil), ou seja, seu rendimento vai acompanhar a inflação.

Tesouro IPCA com juros semestrais: idêntico ao Tesouro IPCA, mas você recebe rendimentos de seis em seis meses e não só no vencimento.

Tesouro Prefixado: possui uma taxa prefixada que permanece a mesma durante todo o período do investimento, ou seja, não depende de nenhum fator.

Tesouro Prefixado com juros semestrais: idêntico ao Tesouro Prefixado, mas você recebe rendimentos de seis em seis meses e não só no vencimento.

Tesouro Selic: é indexado à taxa SELIC, ou seja, seu rendimento vai acompanhar a SELIC.

5. Invista no Tesouro IPCA para longo prazo
Você pensa em se aposentar com tranquilidade? Ou planeja juntar dinheiro para o futuro dos seus filhos? Se o seu objetivo financeiro é de longo prazo, invista no Tesouro IPCA! Essa dica é muito interessante para quem está em dúvida de onde investir o dinheiro entre tantos opções de títulos públicos.

O Tesouro IPCA é uma ótima opção para esse objetivo, já que a sua rentabilidade depende do valor da inflação no país. Isso significa que o seu dinheiro estará sempre rendendo acima da inflação, independente de ela estar alta ou baixa. Para o longo prazo, isso é muito importante, já que o seu dinheiro nunca perderá o poder de compra!

6. Coloque sua reserva de emergência no Tesouro SELIC
Lembra da “pegadinha” da liquidez que te contei ali em cima? Ela não se aplica ao Tesouro SELIC! Você pode resgatar o seu dinheiro a qualquer momento: ele não “sofrerá” com as taxas do dia e serão mantidas as taxas estabelecidas no dia da compra. O investidor não corre o risco de perder dinheiro ao investir Tesouro SELIC.

Isso é muuuito incrível para quem quer aplicar a reserva de emergência. Se o nome é reserva de emergência, é preciso que ela esteja em um lugar de fácil acesso em caso de emergência, certo? O Tesouro SELIC é uma das melhores opções para quem quer investir aquele dinheirinho que precisa estar “na mão” sempre.

7. Aproveite os juros semestrais
Ao fazer um investimento, a maioria das instituições financeiras paga o rendimento para os investidores no prazo de vencimento. Não é tão comum encontrar aplicações que te trazem juros mensais ou semestrais. Por isso, o Tesouro Direto é uma ótima oportunidade para aproveitar os juros semestrais!

O Tesouro IPCA e o Tesouro Prefixado possuem uma modalidade “com juros semestrais” e, nesse caso, é possível receber os rendimentos de seis em seis meses. Imagine uma renda extra entrando na sua conta semestralmente? Tudo de bom, né? Então, a dica é: aproveite os juros semestrais do Tesouro Direto em parte da sua carteira de investimentos!

8. Não se assuste com a taxa de custódia
Muitas corretoras não cobram taxa para você investir no Tesouro Direto, mas existe uma taxa fixa que será cobrada na sua aplicação: a taxa de custódia da B3. Se você aplicou seu dinheiro em algum título público, ele será custodiado na B3 (antiga BM&FBovespa) e isso significa que o investimento está registrado em seu nome (isso traz mais segurança, né?).

Como nada é de graça, a B3 cobra 0,3% ao ano de seu investimento para fazer esse serviço de custódia. É uma taxa tão baixa que você talvez nem perceba, mas, se perceber, não se assuste se essa parte de seu dinheiro “sumir” anualmente, ok? É a taxa de custódia agindo em seu título público!

Fonte: moneytimes | 27/08/2018

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