Associação Profissional dos Contabilistas de Lins

Propostas econômicas de candidatos dependem de mudança constitucional

maisCotações e Índices

Moedas - 11/12/2018 16:38:47
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 3,917
  • 3,919
  • Paralelo
  • 3,900
  • 4,090
  • Turismo
  • 3,760
  • 4,080
  • Euro
  • 4,432
  • 4,434
  • Iene
  • 0,035
  • 0,035
  • Franco
  • 3,943
  • 3,943
  • Libra
  • 4,903
  • 4,905
  • Ouro
  • 155,800
  •  
Mensal - 06/12/2018
  • Índices
  • Set
  • Out
  • Inpc/Ibge
  • 0,21
  • 0,40
  • Ipc/Fipe
  • 0,39
  • 0,48
  • Ipc/Fgv
  • 0,34
  • 0,48
  • Igp-m/Fgv
  • 1,52
  • 0,89
  • Igp-di/Fgv
  • -
  • 0,26
  • Selic
  • 0,47
  • 0,54
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,55
  • 0,55
  • TR
  • -
  • -

maisObrigações Tributárias do Dia

  • 13/Dezembro/2018
  • IOF | Imposto sobre Operações Financeiras.
  • IRRF | Imposto de Renda Retido na Fonte.
O que você achou do nosso novo site?
Ótimo
Bom
Regular

Em maior ou menor grau, todos os economistas que assessoram as campanhas defendem ajuste nas contas públicas, sendo com receitas de tributos e com a revisão de despesas “linha por linha”

As propostas econômicas dos principais candidatos à Presidência da República para solucionar os problemas do País – divulgadas até ontem por suas equipes de campanha – dependem de alterações na Constituição de 1988.

Independente da corrente ideológica (direita ou esquerda) ou de pensamento econômico (neoliberal ou desenvolvimentista), o que se observa é que os economistas que colaboram nas campanhas eleitorais dos candidatos defendem mudanças no texto constitucional logo nos primeiros meses do próximo mandato, em 2019.

Entre essas propostas estão: a reforma da Previdência Social; a reforma tributária; a flexibilização do teto dos gastos; e até mesmo, a revisão das despesas obrigatórias e benefícios fiscais; ou a revogação de legislações da gestão Michel Temer consideradas pouco eficientes para o desenvolvimento social como a reforma trabalhista.

“Terá que se enfrentar a herança recebida. O País está novamente em recessão, o PIB caiu no segundo trimestre [IBC-BR em -0,99%]. Mas são medidas que dependem do apoio do Congresso”, admite o presidente da Fundação Perseu Abramo (FPA) e economista da campanha do Partido dos Trabalhadores (PT), Marcio Pochmann, após participar ontem de debate promovido pelo Pensamento Nacional das Bases Empresariais (PNBE), Ordem dos Economistas do Brasil (OEB) e Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), em São Paulo.

A coordenadora da campanha do Podemos, Ana Paula de Oliveira, também defendeu uma revisão constitucional, mas, principalmente, para rever as despesas obrigatórias no orçamento, que consomem 94% dos recursos. “Se não tivermos uma nova maneira de fazer política econômica; olhando o cenário atual, o País não cresce 1% em 2019”, diz.

Ela afirma que o País pode crescer 5% ao ano, após uma análise “linha por linha” das despesas, da implementação de um governo eletrônico e de medidas antiburocracia. “A carga tributária está entre 32% a 39% do PIB, dependendo da metodologia, já é muito elevada, não precisa elevar mais.”

Por outro ângulo, propostas dos economistas das campanhas PSDB, do PDT, e também do PT, propõem a tributação de lucros e dividendos e de heranças. É de conhecimento público, que Pérsio Árida (PSDB) fala da tributação de lucros e dividendos distribuídos, mas com uma revisão das alíquotas do imposto de renda sobre a pessoa jurídica (IRPJ) para evitar bitributação.

O economista e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), Nelson Marconi, que atua na campanha de Ciro Gomes (PDT) fala claramente em tributar os mais ricos. “O mais imediato é mudar a estrutura tributária que onera muito a produção e o consumo, e passar a onerar a renda”, afirmou.
Projetos em discussão

Entre as novidades destacadas ontem, a coordenadora da campanha de Álvaro Dias (Podemos) propõe a criação de um regime de previdência de capitalização, com lastro em ações de estatais e títulos públicos. “As estatais pertencem a todos os brasileiros. Se cria contas individuais e pode-se migrar do regime de repartição (INSS) para o de capitalização. É como um investimento, e só recebe na aposentadoria”, diz.

As campanhas do PMDB, PSDB, PDT e Rede também já haviam divulgado que defendem a reforma da Previdência. Já o Pochmann (PT) ressalta mudanças pontuais e incentivos para os regimes próprios de Estados e Municípios.

Quanto à geração de empregos, PDT e PT prometem retomar obras de infraestrutura com a atuação do BNDES. Pochmann fala de utilizar o excedente das reservas cambiais (10% ou US$ 38 bilhões) para criar um fundo com reservas, crédito bancário e debêntures. “Ninguém vai fazer nenhuma aventura”, diz. Já Marconi (PDT) propõe usar o excedente para quitar parte da dívida.

Fonte: Fenacon.org.br | 16/08/2018

Site desenvolvido pela TBrWeb (XHTML / CSS)
Associação Profissional dos Contabilistas de Lins  |  Rua Floriano Peixoto, n° 1.093 - Centro - Lins, SP | CEP 16.400-101
Fone 14. 3513-0114