Associação Profissional dos Contabilistas de Lins

Bovespa fecha em alta de 1,7% e atinge nova máxima histórica

maisCotações e Índices

Moedas - 13/12/2018 16:08:28
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 3,883
  • 3,884
  • Paralelo
  • 3,870
  • 4,070
  • Turismo
  • 3,730
  • 4,040
  • Euro
  • 4,409
  • 4,412
  • Iene
  • 0,034
  • 0,034
  • Franco
  • 3,907
  • 3,907
  • Libra
  • 4,903
  • 4,906
  • Ouro
  • 153,830
  •  
Mensal - 06/12/2018
  • Índices
  • Set
  • Out
  • Inpc/Ibge
  • 0,21
  • 0,40
  • Ipc/Fipe
  • 0,39
  • 0,48
  • Ipc/Fgv
  • 0,34
  • 0,48
  • Igp-m/Fgv
  • 1,52
  • 0,89
  • Igp-di/Fgv
  • -
  • 0,26
  • Selic
  • 0,47
  • 0,54
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,55
  • 0,55
  • TR
  • -
  • -

maisObrigações Tributárias do Dia

  • 13/Dezembro/2018
  • IOF | Imposto sobre Operações Financeiras.
  • IRRF | Imposto de Renda Retido na Fonte.
O que você achou do nosso novo site?
Ótimo
Bom
Regular

Ibovespa superou máxima de fechamento registrada em 20 de maio de 2008.

Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, a B3, fechou nesta segunda-feira (11) no maior patamar de sua história, acima dos 74 mil pontos, batendo recorde anterior de 2008.
O Ibovespa avançou 1,7%, a 74.319 pontos, diante de uma visão mais otimista em relação à política brasileira e com o cenário externo também mais favorável a ativos de risco, segundo a Reuters.

A maior pontuação de fechamento até então tinha sido registrada em 20 maio de 2008, quando o Ibovespa atingiu 73.516 pontos, embalada pelo grau de investimento (selo de país bom pagador) atribuído naquele ano ao Brasil pelas principais agências mundiais de classificação de risco e alguns meses antes da turbulência provocada pela quebra do banco americano Lehman Brothers, que jogou o sistema financeiro mundial no meio de uma onda de pânico.
Na parcial de 2017, o Ibovespa acumula alta de 23,4%, após uma valorização de 39% em 2016.
Cenário local e externo
O índice subiu nesta segunda-feira amparado no cenário político mais ameno diante da perspectiva de enfraquecimento de nova denúncia contra o presidente Michel Temer, especialmente após a prisão de Joesley Batista, dono da JBS, segundo a Reuters. Assim, o governo estaria melhor posicionado para avançar com a sua agenda de reformas no Congresso.
O exterior também favoreceu o tom positivo, com a redução das preocupações com as tensões geopolíticas após a Coreia do Norte não conduzir novos testes nucleares e com alívio após o enfraquecimento da tempestade Irma.

Destaques do dia
Eletrobras liderou os avanços do dia, com valorização de mais de 7%, com as perspectivas de avanço nos planos de privatização da empresa.
Petrobras e Vale avançaram perto de 2%.

Histórico Ibovespa
A Bovespa está em trajetória de alta desde o início de 2016, quando acumulou valorização de 39%.
De 2013 a 2015, o índice acumulou perdas. A mínima desse ciclo de baixa foi registrada no dia 26 de janeiro de 2016, quando o Ibovespa atingiu 37.497 pontos, menor valor desde março de 2009, segundo a Economatica.
Apesar do novo recorde de patamar, a avaliação de analistas é que a bolsa brasileira está abaixo do nível de 2008 se forem considerados a inflação e o câmbio do período.
Na pontuação em dólares, o Ibovespa estaria com 24.042 pontos, ainda bem abaixo da máxima registrada no dia 19 de maio de 2008 com 44.616 pontos, segundo a Economatica. Já com o ajuste pela inflação, o Ibovespa teria atingido nesta segunda-feira 53.836 pontos, também bem abaixo da máxima de 127.960 pontos de 2008.
A carteira atual de ações do Ibovespa é composta por 59 papéis de 55 empresas. De todas as ações, 20 delas registraram em 2017 o maior valor histórico, segundo a Economatica.

Perspectivas
Segundo analistas ouvidos pelo G1, a tendência para o Ibovespa continua de alta, mas é de se esperar um recuo de algumas semanas nos próximos meses em meio a um processo natural de ajuste e embolso de lucros.
Entre os principais fatores que explicam a alta da Bovespa, estão:
Liquidez internacional elevada em meio a taxas de juros baixas nos EUA. Ou seja, o cenário externo segue favorável para o maior apetite ao risco e para o fluxo de capital estrangeiro em países como o Brasil
Perspectiva de continuidade de queda da taxa básica de juros (Selic), que reduz a atratividade de aplicações em renda fixa e aumenta a busca por ativos de maior risco como ações
Sinais de recuperação gradual da economia, o que melhora a perspectiva em relação ao resultado das empresas de capital aberto
Dólar em queda, o que reduzo o custo de importação de insumos e melhora as margens de lucros das empresas
Expectativa de avanço da agenda de reformas do governo Temer no Congresso

fonte: g1.globo

Site desenvolvido pela TBrWeb (XHTML / CSS)
Associação Profissional dos Contabilistas de Lins  |  Rua Floriano Peixoto, n° 1.093 - Centro - Lins, SP | CEP 16.400-101
Fone 14. 3513-0114