Associação Profissional dos Contabilistas de Lins

Brasileiro quer se aposentar aos 61

maisCotações e Índices

Moedas - 18/04/2019 15:58:52
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 3,911
  • 3,911
  • Paralelo
  • 3,890
  • 4,110
  • Turismo
  • 3,760
  • 4,080
  • Euro
  • 4,392
  • 4,393
  • Iene
  • 0,035
  • 0,035
  • Franco
  • 3,853
  • 3,852
  • Libra
  • 5,088
  • 5,091
  • Ouro
  • 160,500
  •  
Mensal - 14/02/2019
  • Índices
  • Dez
  • Jan
  • Inpc/Ibge
  • 0,14
  • 0,36
  • Ipc/Fipe
  • 0,09
  • 0,58
  • Ipc/Fgv
  • 0,21
  • 0,57
  • Igp-m/Fgv
  • -0,49
  • 0,01
  • Igp-di/Fgv
  • -0,45
  • 0,07
  • Selic
  • 0,49
  • 0,54
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,56
  • -
  • TR
  • -
  • -

maisObrigações Tributárias do Dia

  • 20/Abril/2019
  • EFD - Contribuintes do IPI | Pernambuco e Distrito Federal
O que você achou do nosso novo site?
Ótimo
Bom
Regular

São Paulo - O investidor brasileiro pretende se aposentar aos 61 anos e espera viver até os 81, com renda anual de cerca de R$ 70 mil, menos de R$ 6 mil por mês, segundo estudo da gestora americana BlackRock.

A renda necessária para aposentadoria muda conforme o perfil do poupador. Entre investidores de varejo - com até R$ 200 mil em aplicações financeiras, segundo os critérios da gestora -, o valor cai para R$ 35 mil por ano, o que não dá R$ 3 mil por mês.

Para os investidores de alta renda - com carteira de aplicações superior a R$ 200 mil-, a quantia cresce para R$ 110 mil ao ano, conforme a pesquisa, que entrevistou mil investidores no Brasil.

Os montantes consideram a manutenção de despesas básicas, de acordo com o padrão de vida atual dos investidores. "Parecem valores acanhados, mas não contemplam gastos extraordinários na aposentadoria, como viagens", diz Carlos Takahashi, consultor sênior da BlackRock no Brasil.

A quantia acumulada depende do esforço de poupança ao longo do tempo. Para alguns especialistas, a reserva ideal precisa gerar, durante a fase da aposentadoria, um rendimento mensal de pelo menos 70% da renda que o trabalhador tinha na ativa.

Outros defendem um porcentual maior, de até 90%. Na prática, não há uma receita de bolo.

"O ideal é evitar uma redução no padrão de vida que afete itens essenciais como alimentação, vestuário etc.", afirma Rogério Araújo, especialista em previdência e diretor da TGL Consultoria.

fonte: jcnet.com

Site desenvolvido pela TBrWeb (XHTML / CSS)
Associação Profissional dos Contabilistas de Lins  |  Rua Floriano Peixoto, n° 1.093 - Centro - Lins, SP | CEP 16.400-101
Fone 14. 3513-0114