Associação Profissional dos Contabilistas de Lins

Em 5 anos, participação feminina no mercado de trabalho cresce e desemprego entre mulheres cai

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O desemprego afetou menos as mulheres nos últimos cinco anos do que os homens, apontam dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base em informações do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho. De acordo com o IBGE, entre 2012 e 2016, o total de homens empregados sofreu redução de 6,4%, contra 3,5% entre as mulheres.

Os números indicam também que houve uma redução na diferença de vagas formais de trabalho ocupadas por mulheres em relação aos homens nos últimos dez anos, com aumento da participação feminina em todos os setores da economia. Em 2007, as mulheres representavam 40,8% do mercado formal de trabalho; em 2016, passaram a ocupar 44% das vagas.

“Essa diferença tende a ser reduzida. Não faz sentido que mulheres capacitadas e em idade produtiva sejam preteridas no mercado de trabalho pelo único fato de serem mulheres. O Brasil tem reduzido essa injustiça. Esse é um caminho sem volta”, disse o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

Os estados com menos diferença de ocupação entre homens e mulheres são Roraima (49,6% das vagas de trabalho são ocupadas por mulheres) e Acre (47,2%). Distrito Federal e Mato Grosso são as unidades da federação com menos percentual de mulheres em atividades formais, segundo o levantamento – 39% e 39,5%, respectivamente. A média brasileira é de 44% (veja tabela abaixo).

Apesar dessas melhoras, as mulheres ainda ganham em média menos do que os homens, mesmo tendo mais tempo de estudo e qualificação. No total, a diferença salarial entre homens e mulheres ocupando a mesma função em 2015, ano com os dados mais recentes do indicador, era de 16%. O salário médio do homem era de R$ 2.905.91 e o pago às mulheres, de R$ 2.436,85.

Em um estado, Amapá, o rendimento médio das mulheres era maior do que o dos homens 100,3%) e quase se igualava em Alagoas (97,9%) e no Distrito Federal (96,3%). As maiores diferenças de salário na comparação de gênero foram registradas em Santa Catarina (79,3%), São Paulo e Rio de Janeiro (80,4% em ambos os estados).

Setores da economia – O levantamento aponta um crescimento na ocupação formal por mulheres entre 30 e 39 anos (43,8%) e entre 50 e 64 anos (64,3%). As mulheres são maioria no mercado formal de trabalho nos setores de alojamento e alimentação; atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados; atividades profissionais, científicas e técnicas; administração pública, defesa e seguridade social; educação; saúde humana e serviços sociais; e serviços domésticos.

Os homens, em contrapartida, têm as vagas concentradas na indústria de transformação; agropecuária, extração vegetal, caça e pesca; construção civil, serviços industriais de utilidade pública; e extrativa mineral.
 

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