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Taxa básica de juros cai para 12,25% ao ano

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Em decisão unânime, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,75 ponto percentual, de 13% ao ano para 12,25% ao ano. Esta é a quarta vez seguida que a taxa é reduzida. 

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Ilan Goldfajn (Presidente), Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Viana de Carvalho, Isaac Sidney Menezes Ferreira, Luiz Edson Feltrim, Otávio Ribeiro 

Damaso, Reinaldo Le Grazie, Sidnei Corrêa Marques e Tiago Couto Berriel. 

“O Banco Central agiu com cautela e fez uma redução técnica agradável”, avalia Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de 

São Paulo (Facesp). 

O comitê justificou a decisão em um comunicado, no qual frisou a estabilização da economia no curto prazo, mesmo que ainda existam sinais mistos no conjunto de indicadores de atividade econômica.

"A evidência sugere uma retomada gradual da atividade econômica ao longo de 2017", informou.

 A decisão desta quarta-feira (22/02) era esperada pelos analistas financeiros. Com a redução, a Selic retorna ao nível de março de 2015, quando também estava em 12,25% ao ano.

 De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano, no menor nível da história, e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Somente em outubro do ano passado, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

 Em comunicado, o Copom informou que a inflação está perdendo força em todos os setores da economia, com ajuda dos alimentos.

“O comportamento da inflação permanece favorável. O processo de desinflação é mais difundido e indica desinflação nos componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária. Houve ainda uma retomada na desinflação dos preços de alimentos, que constitui choque de oferta favorável”, destacou.

De acordo com a nota, o Banco Central admitiu que algumas projeções internas baseadas nas estimativas das instituições financeiras podem abrir espaço para os juros básicos caírem quase três pontos percentuais até o fim do ano.

“No cenário de mercado, as projeções do Copom recuaram para em torno de 4,2% em 2017 e mantiveram-se ao redor de 4,5% para 2018. Esse cenário embute hipótese de trajetória de juros que alcança 9,5% e 9% [ao ano] ao final de 2017 e 2018, respectivamente”, acrescentou o texto.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,38% em janeiro, o menor nível registrado para o mês desde o início da série, em 1979.

Nos 12 meses terminados em janeiro, o IPCA acumula 5,35%. Até o ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecia meta de inflação de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%.

Para 2017, o CMN reduziu a margem de tolerância para 1,5 ponto percentual. A inflação, portanto, não poderá superar 6% neste ano.

No Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que o IPCA encerre 2017 em 4,4%. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,43%.

Até agosto do ano passado, o impacto de preços administrados, como a elevação de tarifas públicas, e o de alimentos, como feijão e leite, contribuiu para a manutenção dos índices de preços em níveis altos.

De lá para cá, no entanto, a inflação começou a desacelerar por causa da recessão econômica e da queda do dólar.

A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores impulsionam a produção e o consumo num cenário de baixa atividade econômica.

Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos projetam crescimento de apenas 0,48% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2016. No último Relatório de 
Inflação, o BC reduziu a estimativa de expansão da economia para 0,8% este ano.

INDÚSTRIA

Apesar de avaliar como positivo o corte de 0,75 ponto percentual dos juros básicos da economia, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) cobrou reduções mais ousadas. 

“A indústria acredita que o cenário atual permite um corte mais acentuado em função da quebra da inércia inflacionária, em que a inflação do passado realimentava os preços futuros. A inflação está caindo e deve ficar dentro das metas fixadas para 2017 e 2018”, destaca comunicado da CNI.

De acordo com a nota, a CNI espera que a taxa Selic caia para um dígito em poucos meses, caso a reforma da Previdência avance no Congresso. 

FECOMERCIO

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) viu acerto na decisão do BC de baixar a Selic e espera a manutenção das quedas

A entidade destaca em nota que o País conta com ambientes político e econômico “mais tranqüilos”, motivos que, segundo a Federação, permitiram reduzir a Selic sem colocar em risco o combate à inflação. 

Mas a Fecomercio pondera que mesmo com a nova queda, os juros nominais e reais no Brasil ainda estão muito elevados sob qualquer ótica, e mesmo se fechar o ano entre 9% e 9,5%, estará em um patamar elevado comparado a outras economias.

Fonte: dcomercio.com.br

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