Associação Profissional dos Contabilistas de Lins

Negociação de dólares cai 17,95% no Brasil em novembro

maisCotações e Índices

Moedas - 14/12/2018 16:03:52
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 3,900
  • 3,901
  • Paralelo
  • 3,880
  • 4,080
  • Turismo
  • 3,750
  • 4,060
  • Euro
  • 4,407
  • 4,408
  • Iene
  • 0,034
  • 0,034
  • Franco
  • 3,913
  • 3,912
  • Libra
  • 4,900
  • 4,903
  • Ouro
  • 152,150
  •  
Mensal - 06/12/2018
  • Índices
  • Set
  • Out
  • Inpc/Ibge
  • 0,21
  • 0,40
  • Ipc/Fipe
  • 0,39
  • 0,48
  • Ipc/Fgv
  • 0,34
  • 0,48
  • Igp-m/Fgv
  • 1,52
  • 0,89
  • Igp-di/Fgv
  • -
  • 0,26
  • Selic
  • 0,47
  • 0,54
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,55
  • 0,55
  • TR
  • -
  • -

maisObrigações Tributárias do Dia

  • 17/Dezembro/2018
  • INSS | Previdência Social.
O que você achou do nosso novo site?
Ótimo
Bom
Regular

Depois de começar o dia em alta, o dólar norte-americano inverteu o movimento e fechou no menor valor em mais de um mês. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (12/12) vendido a R$ 3,346, com queda de 0,81%. A cotação está no menor nível desde 9 de novembro (R$ 3,21).

A divisa acumula queda de 1,2% em novembro e de 15,3% no ano. O dólar caiu na véspera da votação, em segundo turno, da proposta de emenda à Constituição que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos. No cenário externo, o câmbio foi influenciado pela forte alta do preço do petróleo nos mercados internacionais após a Organização Produtora dos Países de Petróleo (Opep) anunciar que vai reduzir a produção em 2017.

Nesta semana, o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, define os juros da maior economia do planeta. Na ata da reunião anterior, no início de novembro, o Fed indicou que pode aumentar os juros norte-americanos, influenciando a cotação do dólar em todo o planeta.

A negociação de dólares no Brasil somou US$ 174,716 bilhões em novembro, conforme dados divulgados nesta segunda-feira (12/12) pelo Banco Central. 

O montante foi 17,95% menor que o verificado em outubro, quando US$ 212,940 bilhões foram negociados. 

No acumulado do ano até novembro, as transações com a divisa atingiram US$ 2,269 trilhões, ou 10,25% a menos que o visto no mesmo período do ano passado.

As negociações de dólares verificadas em novembro deste ano ocorreram num período em que a moeda americana, no mercado a vista, subiu 6,18% ante o real, para R$ 3,3878. 

A ptax (cotação do Banco Central) do período avançou 6,78%, aos R$ 3,3967. De acordo com os dados do Banco Central, em novembro foram realizadas 601,9 mil operações com a moeda norte-americana.

Os negócios com dólares dependem muito da variação da própria moeda. Nos meses em que a cotação apresenta oscilações maiores, o volume negociado também costuma aumentar, porque muitos agentes aproveitam a oportunidade para vender ou comprar divisas, de acordo com suas necessidades. 

Em outubro, no entanto, os negócios com a moeda americana foram inflados pelo processo de repatriação de recursos, cujo prazo limite para adesão foi o dia 31 daquele mês.

Em 2016, as transações somaram US$ 176,198 bilhões em janeiro; US$ 179,399 bilhões em fevereiro; US$ 269,754 bilhões em março (recorde do ano); US$ 207,786 bilhões em abril; US$ 197,164 bilhões em maio; US$ 241,084 bilhões em junho; US$ 198,866 bilhões em julho; US$ 191,925 bilhões em agosto; US$ 220,960 bilhões em setembro; e US$ 212,9 bilhões em outubro.

Em novembro, do total de US$ 174,716 bilhões, trocaram de mãos no mercado primário, também conhecido como mercado de varejo, o equivalente a US$ 100,973 bilhões. 

Este segmento é formado pelas negociações feitas por governos, empresas ou famílias diretamente com o exterior. 

As informações que são capturadas nessas operações geralmente constam do balanço de pagamentos, que o Banco Central detalha todo fim de mês.
 
No primário, as exportações movimentaram US$ 14,170 bilhões e as importações, US$ 10,077 bilhões. As transferências do exterior atingiram um total de US$ 38,351 bilhões e as para o exterior, de US$ 38,374 bilhões.

Já o mercado interbancário rodou US$ 73,743 bilhões no mês passado. Neste segmento, as compras somaram US$ 36,872 bilhões e as vendas, US$ 36,871 bilhões. 

Esse mercado secundário é composto por transações feitas entre instituições financeiras. Fazem parte dessas operações os registros de contratos de arbitragem fechados no Brasil e no exterior, bem como as operações realizadas diretamente com o Banco Central.

O Banco Santander segue na liderança da maior movimentação de dólares no país. Segundo o BC, a instituição comercializou no mês passado US$ 25,246 bilhões em 71,9 mil operações. 

Em segundo lugar aparece o Citibank, com US$ 21,340 bilhões distribuídos em 29,1 mil negócios. Na sequência vieram Itaú Unibanco, com U$ 18,053 bilhões em 103,1 mil contratos, e Bradesco, com US$ 17,107 bilhões e 80,6 mil operações.

NO ANO
No acumulado do ano até novembro, o mercado interbancário foi responsável pela movimentação de US$ 1,146 trilhão e o mercado primário, por US$ 1,123 trilhão. Neste período, o Santander seguiu como o maior negociador de dólares do país (US$ 316,871 bilhões em 771,7 mil operações).

Fonte: dcomercio.com.br

Site desenvolvido pela TBrWeb (XHTML / CSS)
Associação Profissional dos Contabilistas de Lins  |  Rua Floriano Peixoto, n° 1.093 - Centro - Lins, SP | CEP 16.400-101
Fone 14. 3513-0114