Associação Profissional dos Contabilistas de Lins

Projeção de bancos internacionais: Brasil cresce 1,5% em 2017

maisCotações e Índices

Moedas - 17/12/2018 11:11:48
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 3,920
  • 3,921
  • Paralelo
  • 3,880
  • 4,080
  • Turismo
  • 3,890
  • 4,130
  • Euro
  • 4,445
  • 4,447
  • Iene
  • 0,035
  • 0,035
  • Franco
  • 3,947
  • 3,946
  • Libra
  • 4,939
  • 4,944
  • Ouro
  • 154,280
  •  
Mensal - 06/12/2018
  • Índices
  • Set
  • Out
  • Inpc/Ibge
  • 0,21
  • 0,40
  • Ipc/Fipe
  • 0,39
  • 0,48
  • Ipc/Fgv
  • 0,34
  • 0,48
  • Igp-m/Fgv
  • 1,52
  • 0,89
  • Igp-di/Fgv
  • -
  • 0,26
  • Selic
  • 0,47
  • 0,54
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,55
  • 0,55
  • TR
  • -
  • -

maisObrigações Tributárias do Dia

  • 17/Dezembro/2018
  • INSS | Previdência Social.
O que você achou do nosso novo site?
Ótimo
Bom
Regular

O Instituto Internacional de Finanças (IIF), formado pelos 500 maiores bancos do mundo e com sede em Washington, divulgou um documento em que melhora as projeções de crescimento para a economia brasileira.

A previsão é que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça até 1,5% em 2017 e mais de 3% em 2018. Os juros devem começar a cair a partir de outubro e ficar em 13,25% no fim de 2016 e 10% no ano que vem.

O relatório do IIF comenta a percepção da instituição após as reuniões na semana passada em Brasília com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, além de outros membros do governo e representantes do setor privado.

O tom do relatório é otimista sobre o Brasil, com o economista do IIF, Ramón Aracena, destacando comprometimento do governo em reconstruir a credibilidade na política econômica, com consequente impacto nos níveis de confiança de empresários, investidores e consumidores.

"O BC mostra comprometimento em trazer a inflação para a meta e a Fazenda está tentando implementar um ajuste fiscal "gradual, mas significativo", destaca o economista do instituto.

Para o IIF, a questão essencial para a economia brasileira é o ajuste fiscal, que precisa contar com a resolução de questões estruturais, como a rigidez no Orçamento brasileiro, com gastos atrelados a leis respondendo por mais de 90% das despesas.

O relatório destaca que o primeiro passo para encarar esse problema foi a proposta de um teto para limitar o crescimento das despesas. A expectativa é que a emenda constitucional seja aprovada no Congresso ate o primeiro trimestre de 2017.

Fonte: dcomercio.com.br - 20 de Julho de 2016

Site desenvolvido pela TBrWeb (XHTML / CSS)
Associação Profissional dos Contabilistas de Lins  |  Rua Floriano Peixoto, n° 1.093 - Centro - Lins, SP | CEP 16.400-101
Fone 14. 3513-0114