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A divisão entre o horário de expediente e o tempo livre é um dos assuntos mais críticos para os profissionais hoje em dia, principalmente no contexto do mundo corporativo. Uma pesquisa realizada pela Randstad, empresa multinacional de recursos humanos, mostrou que o fato de as pessoas ocuparem os momentos de folga com e-mails e telefonemas do trabalho está se tornando cada vez mais comum e até mesmo aceito pela maioria.

Entre os mais de 13.600 entrevistados ouvidos ao redor de 34 países, 56% afirmaram que não se importam em resolver temas do trabalho durante o tempo livre. No Brasil, esse índice alcançou 68% e, na Índia, chegou a 76%. Os japoneses são os que mais delimitam o horário entre o privado e o profissional, uma vez que apenas 35% responderam positivamente ao estudo.

Do total de profissionais ouvidos pela pesquisa, 57% acreditam que seus empregadores esperam que estejam disponíveis também fora do escritório. No Brasil, esse número sobe para 58%. Os chineses, com 89% e os suecos, com 40%, são os dois polos que aparecem nesta parte do levantamento.

Entre os dados mais polêmicos revelados na amostragem está a informação de que 38% das pessoas se sentem pressionadas a responder chamadas e e-mails relacionados ao trabalho mesmo quando estão de férias. Esse mesmo número reflete o resultado alcançado entre os brasileiros (38%), que ocupam a 13° colocação nessa questão: 68% dos profissionais do Brasil afirmaram que concordam que são capazes de se desligarem do trabalho nas férias.

Por outro lado, 64% dos entrevistados assumem que tratam, por vezes, de assuntos particulares no trabalho. Neste ponto, os brasileiros estão dentro da média dos países, com 70%, o mesmo resultado dos norte-americanos e dos turcos.

 

Fonte: www.revistamelhor.com.br/

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