Associação Profissional dos Contabilistas de Lins

A liderança resiliente

maisCotações e Índices

Moedas - 17/12/2018 11:11:48
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 3,920
  • 3,921
  • Paralelo
  • 3,880
  • 4,080
  • Turismo
  • 3,890
  • 4,130
  • Euro
  • 4,445
  • 4,447
  • Iene
  • 0,035
  • 0,035
  • Franco
  • 3,947
  • 3,946
  • Libra
  • 4,939
  • 4,944
  • Ouro
  • 154,280
  •  
Mensal - 06/12/2018
  • Índices
  • Set
  • Out
  • Inpc/Ibge
  • 0,21
  • 0,40
  • Ipc/Fipe
  • 0,39
  • 0,48
  • Ipc/Fgv
  • 0,34
  • 0,48
  • Igp-m/Fgv
  • 1,52
  • 0,89
  • Igp-di/Fgv
  • -
  • 0,26
  • Selic
  • 0,47
  • 0,54
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,55
  • 0,55
  • TR
  • -
  • -

maisObrigações Tributárias do Dia

  • 17/Dezembro/2018
  • INSS | Previdência Social.
O que você achou do nosso novo site?
Ótimo
Bom
Regular

Ser líder tornou-se uma árdua tarefa nos últimos anos. O líder, além da visão sistêmica, necessita estar à frente das tomadas de decisões, precisando lidar com as problemáticas oriundas da gestão de pessoas. E para gerir pessoas, como bem se sabe, não existe fórmula mágica, receita pronta. Lidar com diferentes perfis profissionais, exige do líder um esforço diário e contínuo no que se refere à compreensão do comportamento humano e dos percalços inerentes a isso. Para Hunter (2006), o papel do líder é encorajar as pessoas a partilharem conhecimentos e experiências de forma a funcionarem como uma influência constante e positiva para quem está ao seu redor.

Exemplificando as colocações acima de uma forma contudente, o líder dos anos 80 e 90 não têm mais condições de seguir no mercado de trabalho. Pelo menos, não a mentalidade do chefe que tínhamos três décadas atrás. No início dos anos 2000, o novo milênio impactou rapidamente, não apenas os aspectos tecnológicos da sociedade como um todo, mas a forma de gerir as organizações e, consequentemente, as pessoas. As lideranças passaram a agir não mais como condutores de processos em primeiro grau, mas sim, agentes modificadores de pessoas. Chiavenato (1999) enfatiza que tratar as pessoas como recursos organizacionais é um desperdício de talentos e de massa encefálica produtiva.

As lideranças que se conscientizaram e se conscientizam sobre essa possibilidade aliada, melhoram não apenas seus rendimentos, mas o clima organizacional, e sucessivamente a motivação dos colaboradores. Essa mudança de comportamento têm nome: resiliência. Esse termo pode ser definido como a combinação de adaptabilidade, flexibilidade e determinação. Em virtude dessa prerrogativa, a resiliência é uma das competências mais bem requisitadas pelas organizações. Os líderes que buscam o desenvolvimento desta competência tem capacidade de lidar com as dificuldades da esfora emocional de uma forma mais objetiva. Os períodos de mudança são cíclicos, e para que não haja rupturas na estrutura da organização, os líderes resilientes agregam, pois sua capacidade de transformação e autoconfiança permite o desenvolvimento do clima de confiança nos colaboradores.

Lucélia de Souza Carlos

Fonte: administradores.com.br

Site desenvolvido pela TBrWeb (XHTML / CSS)
Associação Profissional dos Contabilistas de Lins  |  Rua Floriano Peixoto, n° 1.093 - Centro - Lins, SP | CEP 16.400-101
Fone 14. 3513-0114